Pop or Not| Rogue One: Uma História Star Wars

Rogue One surpreende fãs com a sua história com personagens diferentes da saga original e a superprodução com efeitos de deixar qualquer um de queixo caído.

“Há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante…”

É exatamente dessa forma, do jeitinho como estamos acostumados, que Rogue One – Uma História Star Wars tem início. Mas não espere a famosa trilha de abertura, pois esse filme vem para ser diferente dos outros sete que assistimos desde seus primeiros segundos. Rogue One é definitivamente um filme mais maduro do que os apresentados nas trilogias anteriores, pois mostra momentos decisivos e de grande tensão que precedem o ápice do conflito entre Rebeldes e forças do Império.

A história se passa pouco tempo antes dos acontecimentos de “Uma Nova Esperança”, e traz a protagonista Jyn Erso (Felicity Jones), que se une à Aliança Rebelde na esperança de reencontrar seu pai, Galen Erso (Mads Mikelsen), cientista de grande importância para os planos do regime imperial, de quem havia sido separada há muitos anos.

O que Jyn não sabe é que seu pai está envolvido em um projeto que pode aniquilar qualquer planeta que se aventure a ir contra contra o Império. Com a ajuda de aliados que ela conquista ao decorrer de sua jornada, ela consegue descobrir como ajudar a Aliança Rebelde a derrotar o inimigo. 

São poucos os filmes da saga que tiveram a coragem de fazer o que Rogue One fez. A utilização de novos personagens e de um enredo totalmente novo em meio aos outros longas, faz com que fiquemos boquiabertos com o desenrolar da história, mas principalmente com o desfecho inesperado. É neste longa que temos uma real dimensão dos sacrifícios e perdas envolvidos durante a guerra contra o Império. Os efeitos especiais utilizados no filme fizeram com que todos os planetas e combates parecessem reais, tornando a experiência do público mais emocionante. Não podemos esquecer o uso de personagens em computação gráfica, que apesar de em alguns momentos parecerem amadoras, foi bastante satisfatório.

rogueone

Outro ponto importante a ser falado neste Pop or Not, é de que na história, a LucasFilms deu muita ênfase para o trabalho em equipe, mostrando-nos de que é possível combater o mal graças a união e a esperança na força. Ah! E se você está esperando a participação de Jedis neste longa, desculpe, mas não há (porém a filosofia está presente de forma abundante). Mas não se preocupe, Rogue One é tão bem feito que você não sentirá falta dos sabres de luz… SPOILER ALERT até porque um certo Lord Sith nos presenteia com uma cena em que usa seu sabre vermelho (e leva o cinema inteiro à loucura!).

Rogue One não é um filme que deva ser assistido como introdução à saga, pois não explica o que aconteceu antes dos conflitos, o que pode deixar alguns novos fãs confusos. Já para os que acompanham a história há um bom tempo, é um prato cheio de referências e fan service, com aparições de importantes rostos tanto da trilogia antiga (IV a VI) quanto da nova trilogia (I a III).

Falando de fã para fã, Rogue One não decepciona quem realmente conhece e entende a saga, portanto, SIM, podem ir ao cinema sem medo de ser feliz.

nota-rogue-one

 

 

Colaboradores deste post: Caio Salton e Géssica Gomes

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *