Rodada de Reviews: Horizon Zero Dawn

Apesar do exclusivo da Sony, Horizon Zero Dawn, apenas ser lançado oficialmente semana que vem, a companhia parece estar confiante o suficiente a ponto de ter o embargo retirado ontem (20/02).

Para os que não conhecem o termo, embargo é resumidamente um acordo entre jornalistas e editoras de games feito antes do game ser lançado publicamente para que nenhuma informação (mais comumente críticas/reviews) seja liberada antes do produto em si.

De qualquer modo, com isso a internet já está ficando cheia de reviews do game, e em sua maioria bem positivas, dando a ele uma média de 88% no site Metacritic.

Mas vamos olhar mais especificamente o que os críticos estão achando de Horizon Zero Dawn:

Giant Bomb (Nota: 5/5)

“Horizon Zero Dawn é familiar mas também revigorante”, afirma Jeff Gerstmann. “Não é um jogo curto (joguei mais ou menos umas 30 horas), mas a narrativa ainda assim é concisa e eficiente. O combate tem algumas ótimas opções que tornam as batalhas divertidas, mesmo quando você está somente acumulando stealth kills da relativa segurança de um arbusto. E a apresentação do jogo amarra sustenta a sua sólida trilha sonora, grande atuação por parte dos dubladores, e um design coeso que une todas suas partes discrepantes. Resumindo, é um ótimo jogo, é o lançamento mais forte do estúdio Guerrilla até hoje, e eu suspeito que voltarei a jogar pra terminar qualquer side quest que eu ainda não terminei, nem que seja para passar um pouco mais de tempo naquele mundo.”

Jimquisition (9,5/10)

Jim Sterling diz que o jogo é basicamente Valente com The Last of Us, Enslaved: Journey to the West, Far Cry, Mass Effect, The Witcher, Monster Hunter” e muitos outros.

“Horizon: Zero Dawn é simplesmente brilhante.” diz Jim Sterling. “Eu afirmo como um crítico que jogou mais “jogos de sandbox” do que qualquer humano deveria e que se cansou muito deles. Eu devia ter me cansado dessa coisa em uma hora, mas eu fiquei colado nela por dias e dias e eu não quero que acabe. Eu adoro existir nesse mundo –  um mundo de sobrevivência desesperada mas de uma cultura crescente e um senso de esperança. Um mundo de animais gigantes de metal que prometem lutas de tirar o fôlego.”

Gamespot (9/10)

“Essa é a primeira nova direção do estúdio por trás da série Killzone, e mesmo que você pense que a equipe se arriscou ao sair da sua zona de conforto com jogos FPS ao criar um jogo de ação em mundo aberto em terceira pessoa, você nunca adivinharia que é o primeiro rodeio da equipe.” Diz Peter Brown. “Para cada pequena imperfeição, existe um elemento de grandeza que recarrega seu desejo de continuar lutando e explorando o mundo lindo e perigoso de Zero Dawn. Guerrilla Games entregou um dos melhores jogos de mundo aberto desta geração, e redefiniu a reputação da equipe no processo.”

IGN (9,3/10)

“Por todo seu belo e vasto mundo aberto, Horizon Zero Dawn faz malabarismo com todas suas partes com polimento e finesse. Sua principal atividade – combate – é extremamente satisfatório graças aos designs e comportamentos variados das criaturas-máquinas que vagam pelo jogo, cada uma precisando ser derrotada através de cuidadosa considerações. Apesar de side-quests podendo ter sido mais imaginativas, suas missões são engajantes graças ao mistério principal que me levou através de um profundo buraco de coelho para uma conclusão genuinamente – e comovente –  surpreendente.” Conclui Lucy O’Brien.

U.S. Gamer (2,5/5)

“Horizon Zero Dawn é uma decepção.” Começa Cary McCarthy. “Tem uma história que tive problemas em me importar (completo com partes cheias de exposição de história – yay), uma personagem sem graça, e missões escessivamente repetitivas e missões mais lineares que vão contra suas caracterísicas de mundo aberto. Quando Horizon Zero Dawn acerta – de seus caldeirões sombrios até suas amplas vistas – apenas faz com que eu desejasse que o resto do jogo também valesse a pena.”

Eurogamer (não dão notas)

O site Eurogamer já não dá mais notas, mas resumidamente  Martin Robinson achou o game “cansativamente familiar”.

“Horizon Zero Dawn é o resultado de uma finesse considerável e um desafio tecnológico, mas cai na armadilha dos jogos anteriores do estúdio ao não ser memorável. Para todo seu dinamismo superficial, falta uma fagulha; o jogo é de alguma maneira assim como os dinossauros robôs que espreitam o mundo aberto surpreendentemente belo: mímicos que são puro brilho, metal e neon que parecem ser operados sem um coração próprio.”

Vale lembrar que o game ainda não saiu, então muitos sites – e obviamente jogadores – ainda não tiveram a chance de dar seus vereditos!

Mas e aí? Essas opiniões preliminares te ajudaram a se decidir? Vai pegar o game no lançamento ou esperar uma queda no preço? Contem pra gente!

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *