Rodada de Reviews: The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Finalmente o tão esperado novo The Legend of Zelda saiu e parece que o mundo está amando o game! Vamos ver o que os maiores sites de entretenimento estão dizendo a respeito do exclusivo da Nintendo:

Digital Spy (5/5)

Breath of the Wild é no fundo uma aventura Zelda bem tradicional. Puzzles bem bolados, chefões em dungeons, personagens carismáticos, e uma narrativa imaginativa. Na verdade, graças aos novos poderes inspiradores da misteriosa Sheika Slate, Shrines cheios de puzzles, confrontos com inimigos brilhantemente construídos, e um mundo lindo e cheio de vida, os aspectos mais familiares do jogo estão melhores do que nunca.”

“Breath of the Wild pode ser chamado de muitas coisas, desde um vendedor de Nintendo Switch até um preferido para o título de Jogo do Ano de 2017. Mas tais sublimes elogios não suficiente. Essa mais nova aventura de Link não é somente a sua melhor até hoje, é uma obra-prima pela qual o veículo de entretenimento interativo será influenciado para sempre.” conclui Matt Cabral.

The Guardian (5/5)

“A Nintendo enganou a todos.” começa o artigo do The Guardian. “Por anos, deu a impressão de que estava satisfeita em viver no seu cantinho do mundo dos games, criando updates bem recebidos para suas próprias séries, sem realmente se importar com o que o resto da indústria estava fazendo.”

“Agora sabemos que todo esse tempo, ela estava observando e aprendendo. The Legend of Zelda: Breath of the Wild é o resultado dessa examinação: um jogo que casa as melhores partes da longa história da série com as melhores partes do resto do mundo dos games, e produz algo ainda melhor do que a soma das partes.”

Game Informer (10/10)

“Breath of the Wild é uma façanha em design de um mundo vivo.” começa Kyle Hilliard. “Hyrule é enorme, com vários sistemas de ambientes por cima de uma grande aventura. O único problema técnico que encontrei foi um relacionado à taxa de quadros quando enfrentando múltiplos inimigos em florestas movimentadas. Apesar da enorme ambição do jogo, Breath of the Wild mantém o talento da Nintendo em polir sem maiores problemas técnicos que atrapalhem a experiência.”

“Eu estava fascinado por essa versão de Hyrule, e ela me surpreendeu praticamente em cada curva, de suas riquezas em descobertas até a maneira que evita clichês de jogos Zelda anteriores. Esse jogo representa uma intensa nova direção para uma das melhores séries de games e um novo ponto alto para experiências de mundo aberto.”

Eurogamer (“Essencial”)

“Breath of the Wild não é somente a mais radical mudança da tradição Zelda em toda sua história de 30 anos, é o primeiro jogo da Nintendo que parece que foi feito em um mundo onde Half-Life 2, Halo, Grand Theft Auto 3 e Skyrim existem. É inspirado por esses gigantes e outros, mas não os macula mais do que se apoia em seus próprios louros.”

“E se estamos falando de inspirações, temos que reconhecer um game acima de todos os outros, uma aventura sem compromisso de 1986 que se arriscou a sair dos trilhos dos games da época, que colocou um mundo inteiro além da tela da TV e convidou jogadores a explorá-lo: o primeiro Legend of Zelda.” termina Oli Welsh.

The Telegraph (5/5)

“Essas constantes fagulhas de invenção são a Nintendo em sua melhor forma, e as dungeons principais, se você conseguir passá-las, são ápices de imaginação.” diz Tom Hoggins.

“Você irá visitar diferentes raças e espécies das criaturas de Hyrule e se aventurar dentro de bestas mecanizadas cheias de puzzles sempre mais elaborados e chefes para enfrentar. O tipo de criatividade arquitetônica que te faz rir alto da pura audácia de tudo. E isso é Breath of the Wild: uma maravilha encontrada em cada canto.”

Time (5/5)

“A maior parte do que impulsiona Breath of the Wild a voar mais alto do que toda a série já voou se resume à quintessencial Nintendo: se atrever a virar por aqui onde os outros virariam ali, criando uma experiência sublime que é também um comentário virtuoso sobre o yin-yang entre liberdade e limitação.”

“Que uma odisseia tão sedutora e enorme calha de também poder ser jogada em aviões, trens e, claro, no banheiro, é quase irrelevante.” Conclui a Time.

Kotaku (não dá nota)

“Triunfante… Inovador… O ápice de Zelda. Breath of the Wild tem êxito em tudo que se propõe a fazer. Conforme você fala sobre ele com seus amigos, tem duas palavras que você raramente vai utilizar: “não pode/consegue”. Histórias sobre o novo Zelda vão ao invés disso girar em torno do que você pode/consegue fazer.”

“Como você subiu até o topo do Temple of Time só porque você pode, ou como você foi de paraquedas até o ponto mais baixo de Hyrule só pra ver que tipo de segredos você poderia encontrar lá. Breath of the Wild é o melhor Zelda até hoje, e consegue isso simplesmente por dizer sim.” termina Jason Schreier.

Polygon (10/10)

“Não é somente o fato de que Breath of the Wild sinaliza que Zelda finalmente evoluiu e avançou para além da estrutura onde tem se apoiado por tanto tempo. É o fato de que a evolução em questão exigiu que a Nintendo finalmente tratasse sua audiência como pessoas inteligentes.” Começa Arthur Gies.

“Esse recém descoberto respeito levou à algo grande, e diferente, e emocionante. Mas em um mundo aberto cheio de grandes mudanças, Breath of the Wild também quase sempre se parece com um Zelda – e se estabelece como o primeiro Zelda recente vital em quase 20 anos”.

GameSpot (10/10)

“Não importa o quão deslumbrante os ambientes são, o quão inteligente os inimigos são, e o quão complicado os puzzles fiquem, o fato de Breaht of the Wild continuar a te surpreender com novas regras e possibilidades depois de dezenas de horas é de longe sua mais valiosa qualidade.”

“É um jogo que permite que você se sinta gradativamente mais e mais forte ainda que ao mesmo tempo conseguindo reter o sentimento de desafio e mistério – que, juntos, criam um firme e consistente sentimento de gratificação por toda a experiência. Breath of the Wild é um momento definitivo para a série The Legend of Zelda, e o jogo mais impressionante já criado pela Nintendo.” – Peter Brown.

IGN (10/10)

“Breath of the Wild é uma aula mestre em design de mundo aberto e um divisor de águas que reinventa a série de 30 anos de idade. Ele apresenta um sandbox maravilhoso e cheio de mistério, balançando dezenas após dezenas de coisas tentadoras na sua frente implorando para ser explorado.”

“Eu tive tantas aventuras em Breath of the Wild, e cada uma tem uma história única por trás que me guiaram até elas, transformando-as em histórias em cima de histórias. E mesmo depois de passar mais de 50 horas explorando os cantos mais remotos de Hyrule, eu ainda consigo encontrar coisas que eu nunca vi antes.

“Vou facilmente passar outras 50, 100 horas tentando rastrear seus momentos fascinantes.”conclui Jose Otero.

GamesRadar (5/5)

“Falando como um fã de longa data, é um deleite ver a Nintendo pegar seu talento para solucionar problemas fora da zona de conforto de Zelda – um lugar onde a série tem indiscutivelmente habitado desde Ocarina of Time. Desde seu pulo para 3D e a introdução ao sistema de lock-on de mira que um jogo Zelda não vinha fazendo tantos avanços importantes.”

“Mais que isso, ao optar por um mundo aberto, a Nintendo está trabalhando em um gênero que é muitas vezes tão falho; a pura ambição de criar um continente inteiro ajuda a deixar passar qualquer filler que haja dentro. Breath of the Wild não é perfeito – a combinação certa de efeitos visuais podem afetar a taxa de quadros de um modo que é raro em títulos passados da Nintendo – mas te pede para perdoar bem menos problemas do que seus antecessores.” – Matthew Castle.

Giant Bomb (5/5)

“Toda noite, eu sentei no sofá e joguei até eu genuinamente não podia mais ficar acordado. Toda manhã, eu não conseguia sair da cama e ligar o Switch rápido o bastante. Perto do final, eu me encontrei triste ao escalar as últimas torres e ver o mapa ser preenchido.”

“Essa Hyrule me deu um sentimento de descoberta tão profundo, que eu nunca queria que os mistérios acabassem. Até mesmo agora, eu não tenho ideia do propósito de inúmeras coisas que eu vi. Ganon pode estar morto e eu vi os créditos rolarem, mas eu quero continuar voltando até eu ver tudo o que há para ser visto.” – Vinny Caravella.

E aí? Será que esse Zelda é o game que vai te fazer comprar um Switch? (Ou um Wii U?)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *